Após dois meses de relaxamento, estou de volta. Estou de volta para comentar a minha maior desilusão destes últimos meses: estou a perder o prazer de ver o Barcelona a jogar.
Quando soube que o Real - Barça iria acontecer quatro vezes num espaço de duas/três semanas, a minha veia futebolística dilatou de tanto prazer expectável. No final dos quatro jogos, fiquei pior do que antes deles começarem.
A verdade é que todos os jogos entre estas as duas equipas foram quentinhos em termos de faltas e actuações teatrais, mas muito mornos em termos de futebol. Agradeço ao Messi, novamente, por em pleno Barnabéu, ter tornado esta sequência inesquecível com mais um golaço a adicionar ao seu reportório (já extenso). De resto, nada se passou.
Obviamente, também estou desiludido com o Real do Mourinho. Excepto ontem, optou sempre por jogar com um meio-campo ultra-defensivo, com uma mentalidade que não se costuma ver em Madrid. Uma equipa que procura jogar em contra-ataque, que se preocupa em anular o adversário e só depois jogar futebol, enfim, se perguntassemos a todos os adeptos de futebol se conseguissem dizer uma equipa com estas características, nenhum diria "Real Madrid". No entanto, eu já estava à espera deste Real Madrid. O Mourinho preocupa-se pouco com o espectáculo, ele preocupa-se em ganhar. Não condeno mas não fico ansioso para ver uma equipa de Mourinho a jogar.
Agora, esperava muito mais do Barcelona. Compreendo o que se passou mas esta não é a mesma equipa com aquele futebol atractivo de há dois anos atrás. O Barcelona dominou, teve mais posse de bola mas pouco mais fez. Teve demasiado respeito pelo Real Madrid. Compreendo que haja muito em jogo, mas se podemos ser românticos no futebol, é acreditar que o Barça se está a borrifar para o que está em jogo e que joga sempre da mesma forma. No entanto, foi um futebol de muita troca de bola, de muitos meiinhos, mas muito pouco ataque, muito pouco remate. O Barça parece aquelas cobras que hipnotizam a sua vítima, que os adormece e depois, muito esporadicamente, ataca. Não houve verticalidade no futebol do Barça. O tiki taka transformou-se em zzz zzz. O futebol do Barça faz adormecer!
Sinceramente, esperava um Barça muito superior (que o é), que asfixiasse o seu adversário, que tivesse em constante ataque. Eu vi isto no Camp Nou, na noite dos 5-0. Eu vi tudo menos isto!
Depois, outra grande desilusão: o teatro. Cansei-me de ver tanto teatro dos jogadores do Barcelona, tanta simulação, tanto salto no ar sem razão aparente. Os árbitros precisam de começar a mostrar amarelos às palhaçadas. O futebol é um jogo para homens, de contacto. Os jogadores do Barça, à minima coisa, atiravam-se para o chão, a queixar-se da cara, mesmo que a tentativa de falta tivesse sido na canela. O Barça não precisa disto. Se é superior porque é que tem que fazer teatro para ganhar? Obviamente, que o Real ao ver isto, os seus jogadores tivessem vontade realmente de partir uma perna aos jogadores do Barça! Eu teria!
Em suma, senti-me ultrajado pelo Guardiola e o seu Barcelona. Comprei Sporttv por um mês e acho que devia ser indemnizado pelo Guardiola pois o futebol que queria ver, não vi. Será que este Barcelona começa a dar os primeiros sinais de cansaço? De precisar um novo mentor, para voltar a ser excitante? Começa a ficar monótono, começa a jogar para o resultado...enfim, começa a deixar de ser o Barcelona.
No entanto, ainda há esperança. A minha esperança encontra-se no Norte de Portugal. Sim, o F.C.Porto. Obviamente, não vou comparar os executantes de cada equipa; não há comparação. Agora, o estilo de futebol do Porto é muito semelhante ao do Barça...de há dois anos atrás. O Porto consegue dominar, sufocar, ter posse de bola...e atacar. Os jogos do Porto não são chatos e estão recheados de golos. Quem consegue marcar 5 golos em 45 minutos? Quem consegue ir a Moscovo marcar 5 golos? Quem consegue marcar 15 golos em três jogos da fase final da Liga Europa? Muitas poucas equipas conseguiram...este Porto está neste leque restrito.
Espero, por motivos óbvios, que o Porto ganhe a Liga Europa. Se for uma questão de mérito, de melhor equipa, então já estaria entregue há muito. Caso vença, quero jogar a Supertaça Europeia contra o Barcelona e poder tirar a prova dos nove deste artigo. Claro que convém ver como o Barcelona chega a esse jogo, ver quem fica no Porto, quem chega e quem sai. Mas, com o André no banco do Porto, acredito que o Porto poderá surpreender a Europa e o Mundo.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
Mais do que natural!
Enganam-se aqueles que dizem que o Porto, este fim-de-semana, sagrou-se campeão. Para mim, sagrou-se campeão lá para Junho ou Julho, quando se decidiu por Villas-Boas. Mostrou em Agosto que estava mais forte do que o adversário directo e carimbou em Setembro, com um excelente arranque de campeonato, coincidente com um péssimo arranque do Benfica.
O Porto foi muito inteligente em ir buscar o André Villas-Boas. Para os seguidores deste blogue, sabem que eu sou fã do André. Identifico-me em muitas coisas com ele e partilhamos da mesma visão.
Quanto ao plantel, construiu um plantel equilibrado, jovem, com mais Portugueses. Na minha opinião, a faltar um ponta-de-lança. Mas até aí acho que partilhamos a mesma opinião pois acho que não é por culpa dele que só temos dois avançados de raíz. Agora, é por culpa dele que temos na realidade apenas um ponta-de-lança no plantel pois parece que Walter não faz parte. Nós não sabemos do que se passa, mas é muito estranho um suplente tão caro nunca ser alternativa no onze titular. Para mim, é o lado negro das escolhas do Villas-Boas.
Desde início, soube manter os jogadores motivados, exercendo uma política de rotação dentro do plantel minimamente coerente. Acho que o Hulk e o João Moutinho foram os únicos elementos excessivamente utilizados. Mas, se no caso do primeiro acho que é ele que pede para jogar, já no caso do segundo, não estranho. Lembro-me que o João Moutinho, no Sportingm sempre foi um jogador de fazer quase todos os jogos, de raramente se lesionar e de estar sempre disponível. No entanto, acho que a forma recente dele pede algum descanso. Mas fora estes dois casos, todas as posições foram devidamente alvo de rotação: Otamendi, Maicon e Rolando; Fucile, Sapunaru; Rafa e Álvaro (estes mais devido à lesão do segundo); Guarín e Fernando; Belluschi e Micael; James e Varela; Falcão e Hulk. Em suma, também aqui o André foi superior ao seu homólogo da Luz.
Em campo, o Porto é mais forte e mais equilibrado do que os adversários. É uma equipa que controla os jogos e gere muito bem o ritmo dos mesmos. Sabe quando deve aumentar e diminuir a intensidade dos jogos e deve muito disso a João Moutinho. Faz pressing muito alto e sobe a linha da defesa para aumentar a possibilidade de a bola estar sempre no meio-campo do adversário. Já me queixava da ausência destes princípios de jogo nos últimos tempos do Jesualdo e foi com enorme alegria quando comecei a ver o Porto do Villas-Boas. Depois, basta olhar para classificação: mais pontos, mais golos, menos sofridos, melhor marcador, jogador com mais assistências, melhor jogador de Agosto a Janeiro...enfim, que domínio avassalador.
Também no confronto directo com o Benfica, nunca foi inferior, mesmo na derrota caseira para a Taça. Mas foi muitas vezes superior. Ás vezes, demasiado superior. E deixou isso bem expresso em jogo do campeonato no Dragão!
Com tudo isto, é mais do que natural o Porto voltar a sagrar-se campeão. É algo habitual neste clube. As pessoas esquecem-se disso! Para os Portistas, o natural é ser campeão. Não é excepção, é hábito. Não precisamos de anunciar aos quatro ventos a nova etapa do futebol Português. Isso fica para aqueles que surgem esporadicamente e bebem demais antes duma final da Taça da Liga.
Contudo, há que dar os parabéns ao Benfica. Deu muito valor ao Porto. Esteve forte, muito forte. Jogou bem, muito bem. Muitas vitórias seguidas. Quebrou recordes. Mas não foram suficientes para o Porto. Na máxima força, não chegaram para o Porto.
Agora, não preciso de ser profeta para adivinhar a campanha que virá (aliás, já começou há muito) para descredibilizar este título e atribui-lo às más arbitragens, ao levar ao colo do Porto, ao Pinto da Costa comprar tudo e todos. Para esses, só vos digo: calai-vos! No ano passado, foram bem melhores. Parabéns! Este ano fomos nós.
O que mais entristece estas pessoas é que elas sabem que para o ano, em condições normais, continuaremos a ser os melhores. No ano seguinte, novamente...e assim sucessivamente!
O Porto foi muito inteligente em ir buscar o André Villas-Boas. Para os seguidores deste blogue, sabem que eu sou fã do André. Identifico-me em muitas coisas com ele e partilhamos da mesma visão.
Quanto ao plantel, construiu um plantel equilibrado, jovem, com mais Portugueses. Na minha opinião, a faltar um ponta-de-lança. Mas até aí acho que partilhamos a mesma opinião pois acho que não é por culpa dele que só temos dois avançados de raíz. Agora, é por culpa dele que temos na realidade apenas um ponta-de-lança no plantel pois parece que Walter não faz parte. Nós não sabemos do que se passa, mas é muito estranho um suplente tão caro nunca ser alternativa no onze titular. Para mim, é o lado negro das escolhas do Villas-Boas.
Desde início, soube manter os jogadores motivados, exercendo uma política de rotação dentro do plantel minimamente coerente. Acho que o Hulk e o João Moutinho foram os únicos elementos excessivamente utilizados. Mas, se no caso do primeiro acho que é ele que pede para jogar, já no caso do segundo, não estranho. Lembro-me que o João Moutinho, no Sportingm sempre foi um jogador de fazer quase todos os jogos, de raramente se lesionar e de estar sempre disponível. No entanto, acho que a forma recente dele pede algum descanso. Mas fora estes dois casos, todas as posições foram devidamente alvo de rotação: Otamendi, Maicon e Rolando; Fucile, Sapunaru; Rafa e Álvaro (estes mais devido à lesão do segundo); Guarín e Fernando; Belluschi e Micael; James e Varela; Falcão e Hulk. Em suma, também aqui o André foi superior ao seu homólogo da Luz.
Em campo, o Porto é mais forte e mais equilibrado do que os adversários. É uma equipa que controla os jogos e gere muito bem o ritmo dos mesmos. Sabe quando deve aumentar e diminuir a intensidade dos jogos e deve muito disso a João Moutinho. Faz pressing muito alto e sobe a linha da defesa para aumentar a possibilidade de a bola estar sempre no meio-campo do adversário. Já me queixava da ausência destes princípios de jogo nos últimos tempos do Jesualdo e foi com enorme alegria quando comecei a ver o Porto do Villas-Boas. Depois, basta olhar para classificação: mais pontos, mais golos, menos sofridos, melhor marcador, jogador com mais assistências, melhor jogador de Agosto a Janeiro...enfim, que domínio avassalador.
Também no confronto directo com o Benfica, nunca foi inferior, mesmo na derrota caseira para a Taça. Mas foi muitas vezes superior. Ás vezes, demasiado superior. E deixou isso bem expresso em jogo do campeonato no Dragão!
Com tudo isto, é mais do que natural o Porto voltar a sagrar-se campeão. É algo habitual neste clube. As pessoas esquecem-se disso! Para os Portistas, o natural é ser campeão. Não é excepção, é hábito. Não precisamos de anunciar aos quatro ventos a nova etapa do futebol Português. Isso fica para aqueles que surgem esporadicamente e bebem demais antes duma final da Taça da Liga.
Contudo, há que dar os parabéns ao Benfica. Deu muito valor ao Porto. Esteve forte, muito forte. Jogou bem, muito bem. Muitas vitórias seguidas. Quebrou recordes. Mas não foram suficientes para o Porto. Na máxima força, não chegaram para o Porto.
Agora, não preciso de ser profeta para adivinhar a campanha que virá (aliás, já começou há muito) para descredibilizar este título e atribui-lo às más arbitragens, ao levar ao colo do Porto, ao Pinto da Costa comprar tudo e todos. Para esses, só vos digo: calai-vos! No ano passado, foram bem melhores. Parabéns! Este ano fomos nós.
O que mais entristece estas pessoas é que elas sabem que para o ano, em condições normais, continuaremos a ser os melhores. No ano seguinte, novamente...e assim sucessivamente!
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quarta-feira, 2 de março de 2011
Curiosidades do futebol
Esta é uma curta entrada no nosso blogue cujo objectivo é comentar o que o Mourinho disse este fim-de-semana.
Confesso que se o encontrasse agora nas ruas do Porto, apenas lhe diria uma coisa: "Tens uma lata!"
Os mais atentos e perspicazes irão entender o que eu lhe diria. Para os restantes, é simples: como é que ele se pode queixar de jogar contra um guarda-redes e dez defesas???
Fantástico! Em menos de um ano, o que foi fantástico no ano passado agora é criticado!
OK! Há que dar a mão à palmatória pois o Mourinho fez o que fez a jogar com um guarda-redes e nove defesas...Sim, em Barcelona.
Confesso que se o encontrasse agora nas ruas do Porto, apenas lhe diria uma coisa: "Tens uma lata!"
Os mais atentos e perspicazes irão entender o que eu lhe diria. Para os restantes, é simples: como é que ele se pode queixar de jogar contra um guarda-redes e dez defesas???
Fantástico! Em menos de um ano, o que foi fantástico no ano passado agora é criticado!
OK! Há que dar a mão à palmatória pois o Mourinho fez o que fez a jogar com um guarda-redes e nove defesas...Sim, em Barcelona.
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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Das desculpas esfarrapadas
Jogando com personalidade, marquem, por favor, nas vossas agendas o dia do Benfica-Porto para o campeonato. Sim, sei que já o tinham feito mas marquem de novo pois há uma novidade: o Jorge Jesus não vai estar no banco. Na época passada deu-se a salsada por todos vista no túnel da Luz e o Porto foi privado do Hulk e do Sapunaru durante uns meses. A coisa foi bem orquestrada, por quem se sabe, e resultou bem, redundando a vantagem com que o Benfica chegou a esse jogo, aliada à derrota portista. Só que o Futebol Clube do Porto e uma boa parte dos seus adeptos atribuíram o falhanço na conquista do Campeonato a esse facto, até porque o Hulk voltou melhor do que nunca, bem como o Sapunaru. Concordo que a punição fez bem aos dois, muito bem, até, ao Hulk, que se tornou um jogador ainda melhor. Todavia, vi, como todos, o Porto perder o campeonato no Dragão, quando empatou com Belenenses, Paços e Olhanense. Só nestes 3 jogos ficaram 6 dos 8 pontos de diferença, a verificada no final para o campeão. Resultados raros no Porto campeoníssimo das últimas décadas. Os restantes 2, pois bastavam 2, dado que o Porto superou o 0-1 da Luz com um 3-1 em casa, basta que os vamos buscar aos empates, plenos de aselhice, acima de tudo, também em Paços de Ferreira, ou no Leixões, refregas acessíveis ao Porto e que todos nos recordamos como correram. Muito mal, por isso, o ultra-campeão vencido por um novamente campeão meritório.
Ora, nova época, hábitos decalcados. Este ano é o Benfica que vai 8 pontos atrás e já só há 9 jornadas pela frente. Firme num campeonato admirável, segue crente que a débacle há-de desabar sobre os Dragões, permitindo a reviravolta, bem ao jeito do espírito dos actuais líderes na época transacta. Só que tal não tem acontecido, e vencendo os jogos em casa, bastará ao Porto perder por 5 ou menos na Luz e vencer em 2 saídas, à escolha entre Portimão, Setúbal, Marítimo e Leiria!! Aqui entra a novidade! Não vi as imagens do pós-apito final de hoje na Luz, nem me interessam, aliás. Lembro-me é da agressão do Jorge Jesus ao Luíz Alberto no fim do Benfica-Nacional, por ora ainda impune ou por punir. Juntando-lhe a suposta ou alegada substituição à frente dos destinos da Comissão Disciplinar da Liga (agora na mão de portistas, segundo o presidente benfiquista, ele que, assim, assume o benfiquismo da anterior); a parcimónia na decisão que tarda; os tais 4 jogos que faltam para o Clássico; e a extrema regularidade, ganhadora, dos Dragões: prevejo que a mesma se mantenha e à entrada para o Clássico da Luz o Campeonato pouco tenha para se alterar, mantendo-se, pelo menos, a distância pontual. Ora, que oportuno será um castigo na semana do jogo, ou na anterior, para o treinador benfiquista, retirando-o do banco nesse jogo e desviando o foco do essencial - um eminente e iminente título portista - dando margem para a desculpa de mau perdedor?
O futebol português é básico de mais e mau de mais, também, em muitas coisas. Já vi este filme e não é difícil lê-lo nas entrelinhas. Jogando com personalidade, adivinho-o; falhando o tiro, espantar-me-ei, mas emendarei a mão.
PS - Com o texto de hoje ofereço, aos mais incautos ou distraídos, mais uma peça deste puzzle! Não percam as próximas!
"Acredito que nestes próximos cinco jogos muita coisa possa acontecer e definir o vencedor deste campeonato. Espero que esses cinco jogos sejam uma definição de que podemos ser campeões. Esperamos que o nosso rival perca pontos e nós não", afirmou o treinador do Benfica este sábado na conferência de imprensa de antevisão ao jogo com o Marítimo, equipa que defronta no domingo, na Luz.
Ora, nova época, hábitos decalcados. Este ano é o Benfica que vai 8 pontos atrás e já só há 9 jornadas pela frente. Firme num campeonato admirável, segue crente que a débacle há-de desabar sobre os Dragões, permitindo a reviravolta, bem ao jeito do espírito dos actuais líderes na época transacta. Só que tal não tem acontecido, e vencendo os jogos em casa, bastará ao Porto perder por 5 ou menos na Luz e vencer em 2 saídas, à escolha entre Portimão, Setúbal, Marítimo e Leiria!! Aqui entra a novidade! Não vi as imagens do pós-apito final de hoje na Luz, nem me interessam, aliás. Lembro-me é da agressão do Jorge Jesus ao Luíz Alberto no fim do Benfica-Nacional, por ora ainda impune ou por punir. Juntando-lhe a suposta ou alegada substituição à frente dos destinos da Comissão Disciplinar da Liga (agora na mão de portistas, segundo o presidente benfiquista, ele que, assim, assume o benfiquismo da anterior); a parcimónia na decisão que tarda; os tais 4 jogos que faltam para o Clássico; e a extrema regularidade, ganhadora, dos Dragões: prevejo que a mesma se mantenha e à entrada para o Clássico da Luz o Campeonato pouco tenha para se alterar, mantendo-se, pelo menos, a distância pontual. Ora, que oportuno será um castigo na semana do jogo, ou na anterior, para o treinador benfiquista, retirando-o do banco nesse jogo e desviando o foco do essencial - um eminente e iminente título portista - dando margem para a desculpa de mau perdedor?
O futebol português é básico de mais e mau de mais, também, em muitas coisas. Já vi este filme e não é difícil lê-lo nas entrelinhas. Jogando com personalidade, adivinho-o; falhando o tiro, espantar-me-ei, mas emendarei a mão.
PS - Com o texto de hoje ofereço, aos mais incautos ou distraídos, mais uma peça deste puzzle! Não percam as próximas!
"Acredito que nestes próximos cinco jogos muita coisa possa acontecer e definir o vencedor deste campeonato. Espero que esses cinco jogos sejam uma definição de que podemos ser campeões. Esperamos que o nosso rival perca pontos e nós não", afirmou o treinador do Benfica este sábado na conferência de imprensa de antevisão ao jogo com o Marítimo, equipa que defronta no domingo, na Luz.
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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
A Europa aos pés de Portugal
Portugal teve ontem, em suma, uma bela noite europeia. Com uma vitória e um empate fora, conquistados, respectivamente, pelos Dragões e Leões, uma derrota recuperável dos arsenalistas de Braga em plena neve e, finalmente, uma vitória caseira das Águias. Diria que está bem encaminhada esta fase para todos os clubes.
Na Luz, o Benfica viu o feitiço virar-se contra o feitiçeiro e entrou assustado contra o penúltimo classificado do campeonato Alemão. Sofrendo um belo golo de chapéu, fez 45min. sufríveis. Na 2ª parte, vestiu o seu fato de gala e recuperou o seu fulgor. Com diversas oportunidades, deu a volta ao resultado de forma justa. Para a Alemanha, é preciso ser algo que eu penso que o Benfica ainda não é: uma grande equipa Europeia, com bastante experiência, para saber controlar da melhor forma o jogo. Das vitórias em casa, este é o resultado mais perigoso.
Já na Polónia, confesso que não acompanhei o jogo do Braga (nem o do Sporting), excepto o golo sofrido. É óbvio que este Braga pouco tem de semelhante ao Braga do passado mas tem valor mais do que suficiente (mais do que valor, tem a obrigação) para eliminar a equipa Polaca. A jogar na pedreira, têm que mostrar o seu poderio.
Em Glasgow, o Sporting conseguiu um precioso remate. Após visualizar o resumo, parece que foi arrancado a ferros mas não deixa de ser um resultado bastante positivo, que abre a passagem à próxima fase. Agora depende do Sporting não decepcionar em Alvalade, o que este ano não parece díficil...
Já em Sevilha, o Porto saiu com os cofres cheios; não de dinheiro, mas de sorte (e golos). Após uma primeira parte à Porto, onde dominou o Sevilha e mandou no jogo, a 2ª parte foi sofrível. O Sevilha pegou no jogo, o meio-campo do Porto quebrou totalmente e foi uma avalanche sevilhana. No entanto, o Porto mostrou um dos pontos mais fortes deste ano: consistência. Apesar de não ser brilhante, de estar na mó de baixo, marcou por duas vezes num estádio díficil.
No Dragão, dificilmente vejo o Sevilha a fazer o 2-0. Aliás, só com um cataclismo seguido de um furacão é que isso é possível. Apesar disso, o Porto precisa de dominar o jogo no Dragão, como habitual, ao contrário do que fez em Sevilha.
Em suma, os Portugueses estão bem lançados para a próxima ronda e invadir a Liga Europa com quatro equipas Portuguesas na fase final.
Na Luz, o Benfica viu o feitiço virar-se contra o feitiçeiro e entrou assustado contra o penúltimo classificado do campeonato Alemão. Sofrendo um belo golo de chapéu, fez 45min. sufríveis. Na 2ª parte, vestiu o seu fato de gala e recuperou o seu fulgor. Com diversas oportunidades, deu a volta ao resultado de forma justa. Para a Alemanha, é preciso ser algo que eu penso que o Benfica ainda não é: uma grande equipa Europeia, com bastante experiência, para saber controlar da melhor forma o jogo. Das vitórias em casa, este é o resultado mais perigoso.
Já na Polónia, confesso que não acompanhei o jogo do Braga (nem o do Sporting), excepto o golo sofrido. É óbvio que este Braga pouco tem de semelhante ao Braga do passado mas tem valor mais do que suficiente (mais do que valor, tem a obrigação) para eliminar a equipa Polaca. A jogar na pedreira, têm que mostrar o seu poderio.Em Glasgow, o Sporting conseguiu um precioso remate. Após visualizar o resumo, parece que foi arrancado a ferros mas não deixa de ser um resultado bastante positivo, que abre a passagem à próxima fase. Agora depende do Sporting não decepcionar em Alvalade, o que este ano não parece díficil...
Já em Sevilha, o Porto saiu com os cofres cheios; não de dinheiro, mas de sorte (e golos). Após uma primeira parte à Porto, onde dominou o Sevilha e mandou no jogo, a 2ª parte foi sofrível. O Sevilha pegou no jogo, o meio-campo do Porto quebrou totalmente e foi uma avalanche sevilhana. No entanto, o Porto mostrou um dos pontos mais fortes deste ano: consistência. Apesar de não ser brilhante, de estar na mó de baixo, marcou por duas vezes num estádio díficil.
No Dragão, dificilmente vejo o Sevilha a fazer o 2-0. Aliás, só com um cataclismo seguido de um furacão é que isso é possível. Apesar disso, o Porto precisa de dominar o jogo no Dragão, como habitual, ao contrário do que fez em Sevilha.
Em suma, os Portugueses estão bem lançados para a próxima ronda e invadir a Liga Europa com quatro equipas Portuguesas na fase final.
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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
"Os mais fortes somos nós"
Tal como este blogue avançou há três semanas atrás, "os mais fortes" são os dragões. Pode não parecer, mas somos. E fico bastante agradado com o facto de este ano termos um treinador que relembra isso às pessoas, particularmente, à comunicação social. É sempre bom fazer os jornalistas olharem para a tabela classificativa, olharem para os resultados, olharem para as estatísticas e fazer vê-los que afinal nem tudo é o que parece.
Jorge Jesus todas as semans puxa a brasa à sua sardinha. Compreensível estratégia, chuta sempre a pressão para o lado do Porto e para a injustiça do seu segundo lugar. Como a memória do povo é curta para algumas coisas e muito boa para outras coisas (estou-me a referir ao Benfica Glorioso e o Benfica Europeu, que devem ter entrado em extinção com os dinossauros), a estratégia lá pega em algumas capas de jornais desportivos. O povo ao passar pelas bancas de jornais ou ao irem à Internet, realmente, até simpatizam e concordam com aquelas palavras. Até porque estamos a falar dum povo 60% adepto do Benfica (a fiarmo-nos nos célebres 6M de adeptos).
O que me deixa indignado é que não há um jornalista que lhe faça perguntas incómodas quando ele começa a dizer as baboseiras dele. Já alguém lhe perguntou a razão pela qual ele só conta a partir de Janeiro? É que o ano cívil começa em Janeiro mas a época começou em Agosto. Alguém lhe perguntou pelos 5-0? Alguém lhe perguntou porque é que voltou a jogar às quintas-feiras? Será que há alguém que faça contra-ponto? Parece que não...excepto o André!
Sei que ele incomoda muitos, sei que às vezes fala um pouco demais mas tem o condão de por o dedo na ferida, de reavivar a memória dos seguidores de futebol. Muitas vezes nota-se o André "adepto" mas eu, pessoalmente, gosto dessa paixão. Já aqui o disse. Prefiro que no banco esteja alguém que sinta as mesmas dores do que eu e às vezes tome opções erradas, do que um Mourinho brilhante mas mal agradecido (se bem que o André tem tomado, até agora, opções tão boas como esse Mourinho brilhante).
O Porto tem o melhor ataque, a melhor defesa, invencível no campeonato e...ONZE pontos de avanço. Palavras para quê? Dúvidas dissipadas?
É lógico que não gostei do mês de Janeiro do Porto. Sempre habituado a ganhar, tivemos duas derrotas em competições menores e exibições muito cinzentas. Mas a verdade é que até o Barcelona não ganha sempre. Até o Barça perde! É lógico o Porto vir a ter um ou dois meses de baixa intensidade, de exibições cinzentas e de jogadores em baixo de forma. Agora sou sincero, prefiro que isso aconteça na Taça da Liga ou na Taça de Portugal do que no campeonato. E os campeões vêm-se quando atravessam esses períodos normais e continuam a ganhar. E isso o Porto fez. Com menos categoria, mas fez!
Em Braga, num terreno muito díficil, o Porto foi vencer de forma categórica. O Braga fez dois remates, só um deles de relativo perigo, através dum livre. Foi um Porto de regresso às melhores exibições. Falta-nos o Falcão e o Álvaro Pereira mas mesmo assim temos vindo a vencer.
Em Sevilha será importante vir de lá com um resultado positivo. Chamem-me romântico, mas um resultado positivo para o Porto é sempre a vitória. Temos condições para ir lá ganhar e acredito que o vamos fazer. Afinal, para o Porto, a época começa em Agosto e até na Liga Europa estamos invencíveis...
PS - A imagem que escolhi é de como eu gosto de imaginar um Dragão. Uns contentam-se em ser os reis da selva, outros a rainha das aves; já eu, prefiro ver-nos como o mito que reina no céu e na Terra! Dominamos seja aonde for e jogamos de uma forma transcendente e mitológica! É a nossa grandeza!
Jorge Jesus todas as semans puxa a brasa à sua sardinha. Compreensível estratégia, chuta sempre a pressão para o lado do Porto e para a injustiça do seu segundo lugar. Como a memória do povo é curta para algumas coisas e muito boa para outras coisas (estou-me a referir ao Benfica Glorioso e o Benfica Europeu, que devem ter entrado em extinção com os dinossauros), a estratégia lá pega em algumas capas de jornais desportivos. O povo ao passar pelas bancas de jornais ou ao irem à Internet, realmente, até simpatizam e concordam com aquelas palavras. Até porque estamos a falar dum povo 60% adepto do Benfica (a fiarmo-nos nos célebres 6M de adeptos).
O que me deixa indignado é que não há um jornalista que lhe faça perguntas incómodas quando ele começa a dizer as baboseiras dele. Já alguém lhe perguntou a razão pela qual ele só conta a partir de Janeiro? É que o ano cívil começa em Janeiro mas a época começou em Agosto. Alguém lhe perguntou pelos 5-0? Alguém lhe perguntou porque é que voltou a jogar às quintas-feiras? Será que há alguém que faça contra-ponto? Parece que não...excepto o André!
Sei que ele incomoda muitos, sei que às vezes fala um pouco demais mas tem o condão de por o dedo na ferida, de reavivar a memória dos seguidores de futebol. Muitas vezes nota-se o André "adepto" mas eu, pessoalmente, gosto dessa paixão. Já aqui o disse. Prefiro que no banco esteja alguém que sinta as mesmas dores do que eu e às vezes tome opções erradas, do que um Mourinho brilhante mas mal agradecido (se bem que o André tem tomado, até agora, opções tão boas como esse Mourinho brilhante).
O Porto tem o melhor ataque, a melhor defesa, invencível no campeonato e...ONZE pontos de avanço. Palavras para quê? Dúvidas dissipadas?
É lógico que não gostei do mês de Janeiro do Porto. Sempre habituado a ganhar, tivemos duas derrotas em competições menores e exibições muito cinzentas. Mas a verdade é que até o Barcelona não ganha sempre. Até o Barça perde! É lógico o Porto vir a ter um ou dois meses de baixa intensidade, de exibições cinzentas e de jogadores em baixo de forma. Agora sou sincero, prefiro que isso aconteça na Taça da Liga ou na Taça de Portugal do que no campeonato. E os campeões vêm-se quando atravessam esses períodos normais e continuam a ganhar. E isso o Porto fez. Com menos categoria, mas fez!
Em Braga, num terreno muito díficil, o Porto foi vencer de forma categórica. O Braga fez dois remates, só um deles de relativo perigo, através dum livre. Foi um Porto de regresso às melhores exibições. Falta-nos o Falcão e o Álvaro Pereira mas mesmo assim temos vindo a vencer.
Em Sevilha será importante vir de lá com um resultado positivo. Chamem-me romântico, mas um resultado positivo para o Porto é sempre a vitória. Temos condições para ir lá ganhar e acredito que o vamos fazer. Afinal, para o Porto, a época começa em Agosto e até na Liga Europa estamos invencíveis...
PS - A imagem que escolhi é de como eu gosto de imaginar um Dragão. Uns contentam-se em ser os reis da selva, outros a rainha das aves; já eu, prefiro ver-nos como o mito que reina no céu e na Terra! Dominamos seja aonde for e jogamos de uma forma transcendente e mitológica! É a nossa grandeza!
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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Benfica transgénico vence Porto aprisionado
Afinal há vida para este Benfica; e este Porto não a terá assim tanta como já teve!
Um Benfica transgénico venceu no Dragão, palco único e privilegiado para este tipo de façanhas (e consequente pesadelo para os portistas) e encaminhou a passagem à final da Taça de Portugal. Transgénico pois abdicou do pendor ofensivo desenfreado que tanto o caracteriza e limitou-se a amarrar este Porto, cujos genes marcam um futebol de toque e de procura de espaços, coisa que hoje não existiu pela teia montada e muito bem pelo treinador benfiquista. Deste modo, o Benfica controlou o jogo a seu bel-prazer, aproveitou 2 erros defensivos dos Dragões, e estancou as suas investidas, hoje sem ideias nem espaço para o futebol que tanto gostam e sabem fazer. Assim sendo, será a segunda Taça que o Porto perde em poucos dias, dada a dificuldade que se avizinha para dar a volta a este resultado. E será uma fortíssima injecção de moral para os lisboetas, pois vão ficar seguros como nunca que as pernas dos Dragões vão tremer nos próximos jogos, crendo mais firmemente numa remontada no campeonato. Competição aberta, pois então. O futebol é que ganha!
PS - fica a pergunta: o que pretendeu o treinador do Porto com aquele banco de suplentes e com as ausências do mesmo de Walter e Fucile?
Um Benfica transgénico venceu no Dragão, palco único e privilegiado para este tipo de façanhas (e consequente pesadelo para os portistas) e encaminhou a passagem à final da Taça de Portugal. Transgénico pois abdicou do pendor ofensivo desenfreado que tanto o caracteriza e limitou-se a amarrar este Porto, cujos genes marcam um futebol de toque e de procura de espaços, coisa que hoje não existiu pela teia montada e muito bem pelo treinador benfiquista. Deste modo, o Benfica controlou o jogo a seu bel-prazer, aproveitou 2 erros defensivos dos Dragões, e estancou as suas investidas, hoje sem ideias nem espaço para o futebol que tanto gostam e sabem fazer. Assim sendo, será a segunda Taça que o Porto perde em poucos dias, dada a dificuldade que se avizinha para dar a volta a este resultado. E será uma fortíssima injecção de moral para os lisboetas, pois vão ficar seguros como nunca que as pernas dos Dragões vão tremer nos próximos jogos, crendo mais firmemente numa remontada no campeonato. Competição aberta, pois então. O futebol é que ganha!
PS - fica a pergunta: o que pretendeu o treinador do Porto com aquele banco de suplentes e com as ausências do mesmo de Walter e Fucile?
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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
LFV Vendedor
Benfica vendeu David Luiz, um dos seus melhores activos: chegou precocemente a rendição das águias para a época 2010/2011? A confirmar já amanhã...
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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Somos os melhores!!
Face ao meu comentário ao que o Xiko publicou, resolvi tirar o pó ao teclado e aos meus posts aqui no blog para dizer algo muito simples e universal: somos (nós, F.C. Porto) os melhores!!!
Estou cansado dos responsáveis do clube do milhafre da Mourolândia, ou vulgo Marrocos, virem a público transmitirem a ideia de que o Porto está onde está graças às arbitragens. Amigos (salvo seja), querem tirar areia aos olhos de quem? Somos todos parvos, é isso?
A estratégia que está a ser utilizada é simples e muito velhinha: mentir, mentir, mentir até virar verdade. E isto é o que eles têm feito, numa base semanal. Não há um monólogo do profeta e mestre da táctica em que ele não refira que o Benfica está onde está graças as arbitragens! Chega! Está na altura de o mandar calar e começar a ser honesto.
Dar-lhe-ia algum crédito se ele falasse sempre. Por exemplo, o Vitor Pereira, concorde-se ou não, ao menos tem cumprido o que prometeu e vem falar do bom e do menos bom e dá a sua opinião. O profeta e respectivos capangas só falam quando há motivo de falatório para os lados do Porto. Quando há caso, como ainda este fim-de-semana, estão caladinhos que nem ratos! O vendedor de pneus, o novo solteirão, o profeta e o papagaio ficam todos com o bico preso.
Se o Porto foi beneficiado? Com certeza. E o Sporting? Também. E o Benfica? Claro que foi. E para mim tem sido em doses semelhantes. Focarmos nestes problemas que irão sempre existir (e ainda bem), é perder o foco do que realmente importa.
Falando de futebol, alguém consegue desmentir a diferença de 5 golos marcados entre o Porto e o Benfica no campeonato? Alguém consegue desmentir os menos 9 golos sofridos? Alguém consegue desmentir a nossa invencibilidade? Alguém consegue desmentir a boa campanha na Uefa e a péssima campanha na Champions? Alguém consegue desmentir a goleada categórica no Dragão? Senhor Jesus, isto é o que interessa e queres que as pessoas se esqueçam. Faz lavagem cerebral na Mourolândia, mas em Portugal é necessário não nos esquecermos destes factos, repito, factos categóricos. Sem discussão.
Estou cansado dos responsáveis do clube do milhafre da Mourolândia, ou vulgo Marrocos, virem a público transmitirem a ideia de que o Porto está onde está graças às arbitragens. Amigos (salvo seja), querem tirar areia aos olhos de quem? Somos todos parvos, é isso?
A estratégia que está a ser utilizada é simples e muito velhinha: mentir, mentir, mentir até virar verdade. E isto é o que eles têm feito, numa base semanal. Não há um monólogo do profeta e mestre da táctica em que ele não refira que o Benfica está onde está graças as arbitragens! Chega! Está na altura de o mandar calar e começar a ser honesto.
Dar-lhe-ia algum crédito se ele falasse sempre. Por exemplo, o Vitor Pereira, concorde-se ou não, ao menos tem cumprido o que prometeu e vem falar do bom e do menos bom e dá a sua opinião. O profeta e respectivos capangas só falam quando há motivo de falatório para os lados do Porto. Quando há caso, como ainda este fim-de-semana, estão caladinhos que nem ratos! O vendedor de pneus, o novo solteirão, o profeta e o papagaio ficam todos com o bico preso.
Se o Porto foi beneficiado? Com certeza. E o Sporting? Também. E o Benfica? Claro que foi. E para mim tem sido em doses semelhantes. Focarmos nestes problemas que irão sempre existir (e ainda bem), é perder o foco do que realmente importa.
Falando de futebol, alguém consegue desmentir a diferença de 5 golos marcados entre o Porto e o Benfica no campeonato? Alguém consegue desmentir os menos 9 golos sofridos? Alguém consegue desmentir a nossa invencibilidade? Alguém consegue desmentir a boa campanha na Uefa e a péssima campanha na Champions? Alguém consegue desmentir a goleada categórica no Dragão? Senhor Jesus, isto é o que interessa e queres que as pessoas se esqueçam. Faz lavagem cerebral na Mourolândia, mas em Portugal é necessário não nos esquecermos destes factos, repito, factos categóricos. Sem discussão.
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Hoje há futebol em Portugal. Porto e Nacional e Rio Ave e Benfica defrontam-se.
1. O Rio Ave recebe o Benfica, em Vila do Conde, para os quartos-de-final da Taça de Portugal. E fá-lo dizimado após mais uma indelével actuação de Bruno Paixão no seu último jogo, no caso para o campeonato, contra o Vitória de Guimarães. Que beneficiou, claramente, com as expulsões do Éder, do Saulo, do Vítor Gomes e do próprio treinador Carlos Brito. O Vitória e o adversário seguinte, que é o Benfica. A exemplo do que já tinha acontecido anteriormente na eliminatória que levou o Sporting de Braga até à Luz, após a faena de Leiria, onde perdeu por expulsão Miguel Garcia, Matheus e Mossoró. Eliminatórias, diga-se, entremeadas por aquele doce encontro com o Olhanense, na Luz, a quem o Benfica comprou na manhã do jogo, um jogador que estava convocado e que, por acaso (!), era um dos melhores do plantel. Pôr em causa desideratos de um sorteio que leva consecutivamente equipas de escalões inferiores ao Dragão e (sobre)viver desta forma é fácil. Pimenta no rabo dos outros para mim é refresco, diz a populaça, cheia da sua sabedoria!
2. Benfica que vai a Vila do Conde após mais uma vitória para o campeonato, mais uma folgada também, assim como justa. O pior foi o apito final do árbitro: cegou-o, qual Saulo no caminho para Damasco, bem como aos delegados ao jogo e às forças da autoridade. Só assim se compreende o silêncio ou a omissão dos respectivos relatórios das agressões entre Jorge Jesus e Luiz Alberto. Não vou ressuscitar a enredada teia que envolve aquele túnel, nem o que já lá se passou, contado e por contar, mas que estou curioso para ver a reacção das instâncias disciplinares do nosso futebol, isso estou. Sobretudo as mesmas que castigaram Hulk e Sapunaru após as irresponsáveis e irreflectidas agressões de ambos a assistentes de recinto desportivo, vulgo stewards, após provocação dos mesmos, de forças da autoridade, de elementos ligados ao Benfica, que já antes tinham subido a uma cadeira para renovar o ângulo de visão de uma câmara de vigilância. Um ano mais tarde, o treinador da casa agride, à saída do mesmo túnel, aos olhos do Mundo, portanto, um jogador da equipa adversária, que retribuiu a agressão. Veremos, pois então, a falta que Ricardo Costa faz ou não a certos sectores do nosso futebol e a justeza das suas sanções no ano passado.
3. O Porto recebe o Nacional, num adianto à 20ª jornada do campeonato, quando todos estão alinhados para o tiro de partida que marcará o início da 18ª. Ainda que a lei o permita e que o interesse do Porto e do nosso futebol seja promover uma mais preparada participação numa competição europeia, a competição é adulterada. Não é caso virgem e está legitimado, legalmente e pelo bom-senso. Mas não creio justo nem favorável ao futebol que todos queremos. Lamento, por isso.
1. O Rio Ave recebe o Benfica, em Vila do Conde, para os quartos-de-final da Taça de Portugal. E fá-lo dizimado após mais uma indelével actuação de Bruno Paixão no seu último jogo, no caso para o campeonato, contra o Vitória de Guimarães. Que beneficiou, claramente, com as expulsões do Éder, do Saulo, do Vítor Gomes e do próprio treinador Carlos Brito. O Vitória e o adversário seguinte, que é o Benfica. A exemplo do que já tinha acontecido anteriormente na eliminatória que levou o Sporting de Braga até à Luz, após a faena de Leiria, onde perdeu por expulsão Miguel Garcia, Matheus e Mossoró. Eliminatórias, diga-se, entremeadas por aquele doce encontro com o Olhanense, na Luz, a quem o Benfica comprou na manhã do jogo, um jogador que estava convocado e que, por acaso (!), era um dos melhores do plantel. Pôr em causa desideratos de um sorteio que leva consecutivamente equipas de escalões inferiores ao Dragão e (sobre)viver desta forma é fácil. Pimenta no rabo dos outros para mim é refresco, diz a populaça, cheia da sua sabedoria!
2. Benfica que vai a Vila do Conde após mais uma vitória para o campeonato, mais uma folgada também, assim como justa. O pior foi o apito final do árbitro: cegou-o, qual Saulo no caminho para Damasco, bem como aos delegados ao jogo e às forças da autoridade. Só assim se compreende o silêncio ou a omissão dos respectivos relatórios das agressões entre Jorge Jesus e Luiz Alberto. Não vou ressuscitar a enredada teia que envolve aquele túnel, nem o que já lá se passou, contado e por contar, mas que estou curioso para ver a reacção das instâncias disciplinares do nosso futebol, isso estou. Sobretudo as mesmas que castigaram Hulk e Sapunaru após as irresponsáveis e irreflectidas agressões de ambos a assistentes de recinto desportivo, vulgo stewards, após provocação dos mesmos, de forças da autoridade, de elementos ligados ao Benfica, que já antes tinham subido a uma cadeira para renovar o ângulo de visão de uma câmara de vigilância. Um ano mais tarde, o treinador da casa agride, à saída do mesmo túnel, aos olhos do Mundo, portanto, um jogador da equipa adversária, que retribuiu a agressão. Veremos, pois então, a falta que Ricardo Costa faz ou não a certos sectores do nosso futebol e a justeza das suas sanções no ano passado.
3. O Porto recebe o Nacional, num adianto à 20ª jornada do campeonato, quando todos estão alinhados para o tiro de partida que marcará o início da 18ª. Ainda que a lei o permita e que o interesse do Porto e do nosso futebol seja promover uma mais preparada participação numa competição europeia, a competição é adulterada. Não é caso virgem e está legitimado, legalmente e pelo bom-senso. Mas não creio justo nem favorável ao futebol que todos queremos. Lamento, por isso.
domingo, 16 de janeiro de 2011
O Sporting é um clube diferente. Ainda bem.
O Sporting perdeu ontem com o Paços de Ferreira, em Alvalade, por 2-3 e isso é grave. Grave porque as ambições dos clubes são necessariamente diferentes e porque a disposição de ambos, em campo e fora dele, também tem que ser outra. Dado o avolumar de situações e resultados menos conseguidos, aliados ao escasso carisma de Paulo Sérgio à frente da equipa, sem a notoriedade no seio do grupo que a função lhe impõe e determina, avizinhava-se, ontem, a sua saída. Segundo os cânones do futebol pátrio, seria algo normal, porque expectável e até natural. Mas não, saiu o Presidente. Assim, após uma derrota complicada, ganharam todos, o Sporting, José Eduardo Bettencourt e o futebol nacional. E nisto o Sporting é um clube diferente. Ainda bem.
Nos momentos áureos do meu Porto, em meados da década passada, após um jogo turbulento em Alvalade, José Mourinho, então treinador portista, teve um comportamento irresponsável (e premonitório de tantos que já lhe vimos entretanto?), rasgando uma camisola sportinguista no túnel dos balneários. O assunto fez correr muita tinta, deu pano para mangas, mas tudo se resolveu à portuguesa. Se somos bons, muito bons e até muito melhores que muitos outros povos europeus em várias coisas, se não muitas - basta ir ao estrangeiro para o notar, ainda que em breves incursões, na gestão do nosso futebol ainda temos muito que melhorar. Também num avolumar de situações, José Eduardo Bettencourt saiu da estrutura directiva do Sporting, agastado com a falta de lisura e de maneiras do nosso devir futebolístico, indignado com o andamento desse processo. Se já lhe reconhecia brio e honra no trato e nas suas intervenções, admirei-o pela atitude, que lhe aliviou a consciência, a mente e o corpo, e em nada afectou o sistema do futebol, imune, nos seus alicerces lamacentos, a actos de valentia e de dignidade.
Uns anos mais tarde, surgiu como candidato a presidente do Sporting, após a saída de Filipe Soares Franco e levou de vencida a contenda eleitoral, arrebatando a cadeira do poder no mais ecléctico dos clubes nacionais. Em ano e meio, porém, sobraram-lhe as polémicas e as decisões controversas. O risível século XXI logo lhe apontou o estilo foleiro com que saltava o adepto-presidente, com que dançava o adepto-presidente, com que tocava maracas o adepto-presidente, com que dava azo às metáforas e enigmas o adepto-presidente. Paralelamente, do tesouro sportinguista esvaíram-se os direitos fundiários sobre a Academia e o Estádio, como hoje frisou o candidato vencido nas últimas eleições Paulo Pereira Cristóvão. Desportivamente, não conseguiu nenhum título e as opções para os lugares de treinador e de director-desportivo coarctaram-lhe o espaço vital: manter Paulo Bento foi um erro, assim como foi nomear Sá Pinto para director de futebol, facto que impediu Carlos Carvalhal de permanecer à frente da equipa para esta época, numa opção teoricamente mais sensata e acertada que ir buscar Paulo Sérgio, autor de um bom trabalho no Paços mas questionável no Vitória de Guimarães. Sobrou Costinha, escolhido a meias com Jorge Mendes, como se diz, elemento que trouxe estabilidade e paz ao balneário, que, como se notou, trouxe algumas normas no vestir dos jogadores, facto acessório quando comparado com a contratação de jogadores como o Alberto Zapater, o Diogo Salomão e o Jaime Valdés, jogador de enorme valia para o nível do nosso campeonato. O balanço é, pois, confuso de fazer, por ser cheio de factos e notícias, uns mais determinantes, outros mais secundários e sobrevalorizados. Todavia, ainda que o presidente tenha errado, ou se tenha precipitado, por vezes em prejuízo do Sporting, de que o exemplo máximo foi o processo de venda do João Moutinho ao Porto, pugnou pelo melhor do clube, conseguiu-o em determinados aspectos, mas obteve mais insucessos que sucessos. E desgaste, muito desgaste, facto que levou à tomada de decisão de ontem. Quem o vai conhecendo considera normal, pena é que não seja norma no nosso futebol. Infelizmente, e salvo raras excepções de clubes que são presididos por gente honesta e honrada, que prima por cumprir os compromissos, não construir dívidas nem equipas de jogadores, mormente estrangeiros, que nada acrescentam ao nosso futebol, não é atitude-tipo no nosso futebol. Vejam-se os históricos rivais: no Porto, Pinto da Costa, envolvido em casos de corrupção desportiva, com condenação incluída, nem por isso saiu; no Benfica, Luís Filipe Vieira, envolvido em casos de corrupção desportiva e de negócios ilícitos, na Bolsa, em Angola, Espanha e com bancos nacionais, também não seguiu ou segue essa via. Imperam a má-criação e os maus exemplos, a desonestidade e a desconfiança, o desgoverno e a falta de honra. Honra que a teve José Eduardo Bettencourt, seguindo, desde ontem à noite, o caminho mais ousado, inesperado e difícil. A terminar, há quem questione o momento da decisão. Não há momentos para pôr de parte a honra e o interesse supremo da instituição, até porque o momento da equipa já não lhe permite chegar ao título, nem ousar mais que uma qualificação para a próxima edição da Liga Europa. E não são Taças da Liga que salvam a época. Deste modo, o timing até pode ter, mesmo, sido o melhor, demonstrando carácter e brio, e abrindo caminho a uma revolução (mais uma no seio sportinguista) pacífica, que com tempo e critério, permita dotar a estrutura do futebol, fortalecida por José Eduardo Bettencourt com a inclusão de José Couceiro, de maior competitividade e mais capacidade no ataque a uma nova época que se avizinha lá mais para o Verão. Metade desta já lá vai e novos e difíceis tempos se adivinham. Urge um Sporting melhor e mais capaz. A bem do Sporting e de tudo o que pode dar e dá ao nosso futebol.
PS - mais uma vez o Pizzi fez a diferença ontem.
Não vi o jogo todo, à excepção dos últimos 15/20 minutos, mas bastou para confirmar a qualidade deste jogador, que muito pode vir a dar ao nosso futebol. Não entendo o Sporting de Braga, inundado de brasileiros de valor questionável e que empresta valores como o Pizzi, desaproveitando-o. Pelo menos para já.
Nos momentos áureos do meu Porto, em meados da década passada, após um jogo turbulento em Alvalade, José Mourinho, então treinador portista, teve um comportamento irresponsável (e premonitório de tantos que já lhe vimos entretanto?), rasgando uma camisola sportinguista no túnel dos balneários. O assunto fez correr muita tinta, deu pano para mangas, mas tudo se resolveu à portuguesa. Se somos bons, muito bons e até muito melhores que muitos outros povos europeus em várias coisas, se não muitas - basta ir ao estrangeiro para o notar, ainda que em breves incursões, na gestão do nosso futebol ainda temos muito que melhorar. Também num avolumar de situações, José Eduardo Bettencourt saiu da estrutura directiva do Sporting, agastado com a falta de lisura e de maneiras do nosso devir futebolístico, indignado com o andamento desse processo. Se já lhe reconhecia brio e honra no trato e nas suas intervenções, admirei-o pela atitude, que lhe aliviou a consciência, a mente e o corpo, e em nada afectou o sistema do futebol, imune, nos seus alicerces lamacentos, a actos de valentia e de dignidade.
Uns anos mais tarde, surgiu como candidato a presidente do Sporting, após a saída de Filipe Soares Franco e levou de vencida a contenda eleitoral, arrebatando a cadeira do poder no mais ecléctico dos clubes nacionais. Em ano e meio, porém, sobraram-lhe as polémicas e as decisões controversas. O risível século XXI logo lhe apontou o estilo foleiro com que saltava o adepto-presidente, com que dançava o adepto-presidente, com que tocava maracas o adepto-presidente, com que dava azo às metáforas e enigmas o adepto-presidente. Paralelamente, do tesouro sportinguista esvaíram-se os direitos fundiários sobre a Academia e o Estádio, como hoje frisou o candidato vencido nas últimas eleições Paulo Pereira Cristóvão. Desportivamente, não conseguiu nenhum título e as opções para os lugares de treinador e de director-desportivo coarctaram-lhe o espaço vital: manter Paulo Bento foi um erro, assim como foi nomear Sá Pinto para director de futebol, facto que impediu Carlos Carvalhal de permanecer à frente da equipa para esta época, numa opção teoricamente mais sensata e acertada que ir buscar Paulo Sérgio, autor de um bom trabalho no Paços mas questionável no Vitória de Guimarães. Sobrou Costinha, escolhido a meias com Jorge Mendes, como se diz, elemento que trouxe estabilidade e paz ao balneário, que, como se notou, trouxe algumas normas no vestir dos jogadores, facto acessório quando comparado com a contratação de jogadores como o Alberto Zapater, o Diogo Salomão e o Jaime Valdés, jogador de enorme valia para o nível do nosso campeonato. O balanço é, pois, confuso de fazer, por ser cheio de factos e notícias, uns mais determinantes, outros mais secundários e sobrevalorizados. Todavia, ainda que o presidente tenha errado, ou se tenha precipitado, por vezes em prejuízo do Sporting, de que o exemplo máximo foi o processo de venda do João Moutinho ao Porto, pugnou pelo melhor do clube, conseguiu-o em determinados aspectos, mas obteve mais insucessos que sucessos. E desgaste, muito desgaste, facto que levou à tomada de decisão de ontem. Quem o vai conhecendo considera normal, pena é que não seja norma no nosso futebol. Infelizmente, e salvo raras excepções de clubes que são presididos por gente honesta e honrada, que prima por cumprir os compromissos, não construir dívidas nem equipas de jogadores, mormente estrangeiros, que nada acrescentam ao nosso futebol, não é atitude-tipo no nosso futebol. Vejam-se os históricos rivais: no Porto, Pinto da Costa, envolvido em casos de corrupção desportiva, com condenação incluída, nem por isso saiu; no Benfica, Luís Filipe Vieira, envolvido em casos de corrupção desportiva e de negócios ilícitos, na Bolsa, em Angola, Espanha e com bancos nacionais, também não seguiu ou segue essa via. Imperam a má-criação e os maus exemplos, a desonestidade e a desconfiança, o desgoverno e a falta de honra. Honra que a teve José Eduardo Bettencourt, seguindo, desde ontem à noite, o caminho mais ousado, inesperado e difícil. A terminar, há quem questione o momento da decisão. Não há momentos para pôr de parte a honra e o interesse supremo da instituição, até porque o momento da equipa já não lhe permite chegar ao título, nem ousar mais que uma qualificação para a próxima edição da Liga Europa. E não são Taças da Liga que salvam a época. Deste modo, o timing até pode ter, mesmo, sido o melhor, demonstrando carácter e brio, e abrindo caminho a uma revolução (mais uma no seio sportinguista) pacífica, que com tempo e critério, permita dotar a estrutura do futebol, fortalecida por José Eduardo Bettencourt com a inclusão de José Couceiro, de maior competitividade e mais capacidade no ataque a uma nova época que se avizinha lá mais para o Verão. Metade desta já lá vai e novos e difíceis tempos se adivinham. Urge um Sporting melhor e mais capaz. A bem do Sporting e de tudo o que pode dar e dá ao nosso futebol.
PS - mais uma vez o Pizzi fez a diferença ontem.
Não vi o jogo todo, à excepção dos últimos 15/20 minutos, mas bastou para confirmar a qualidade deste jogador, que muito pode vir a dar ao nosso futebol. Não entendo o Sporting de Braga, inundado de brasileiros de valor questionável e que empresta valores como o Pizzi, desaproveitando-o. Pelo menos para já.
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