Na Luz, o Benfica viu o feitiço virar-se contra o feitiçeiro e entrou assustado contra o penúltimo classificado do campeonato Alemão. Sofrendo um belo golo de chapéu, fez 45min. sufríveis. Na 2ª parte, vestiu o seu fato de gala e recuperou o seu fulgor. Com diversas oportunidades, deu a volta ao resultado de forma justa. Para a Alemanha, é preciso ser algo que eu penso que o Benfica ainda não é: uma grande equipa Europeia, com bastante experiência, para saber controlar da melhor forma o jogo. Das vitórias em casa, este é o resultado mais perigoso.
Já na Polónia, confesso que não acompanhei o jogo do Braga (nem o do Sporting), excepto o golo sofrido. É óbvio que este Braga pouco tem de semelhante ao Braga do passado mas tem valor mais do que suficiente (mais do que valor, tem a obrigação) para eliminar a equipa Polaca. A jogar na pedreira, têm que mostrar o seu poderio.Em Glasgow, o Sporting conseguiu um precioso remate. Após visualizar o resumo, parece que foi arrancado a ferros mas não deixa de ser um resultado bastante positivo, que abre a passagem à próxima fase. Agora depende do Sporting não decepcionar em Alvalade, o que este ano não parece díficil...
Já em Sevilha, o Porto saiu com os cofres cheios; não de dinheiro, mas de sorte (e golos). Após uma primeira parte à Porto, onde dominou o Sevilha e mandou no jogo, a 2ª parte foi sofrível. O Sevilha pegou no jogo, o meio-campo do Porto quebrou totalmente e foi uma avalanche sevilhana. No entanto, o Porto mostrou um dos pontos mais fortes deste ano: consistência. Apesar de não ser brilhante, de estar na mó de baixo, marcou por duas vezes num estádio díficil.
No Dragão, dificilmente vejo o Sevilha a fazer o 2-0. Aliás, só com um cataclismo seguido de um furacão é que isso é possível. Apesar disso, o Porto precisa de dominar o jogo no Dragão, como habitual, ao contrário do que fez em Sevilha.
Em suma, os Portugueses estão bem lançados para a próxima ronda e invadir a Liga Europa com quatro equipas Portuguesas na fase final.

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