Face ao meu comentário ao que o Xiko publicou, resolvi tirar o pó ao teclado e aos meus posts aqui no blog para dizer algo muito simples e universal: somos (nós, F.C. Porto) os melhores!!!
Estou cansado dos responsáveis do clube do milhafre da Mourolândia, ou vulgo Marrocos, virem a público transmitirem a ideia de que o Porto está onde está graças às arbitragens. Amigos (salvo seja), querem tirar areia aos olhos de quem? Somos todos parvos, é isso?
A estratégia que está a ser utilizada é simples e muito velhinha: mentir, mentir, mentir até virar verdade. E isto é o que eles têm feito, numa base semanal. Não há um monólogo do profeta e mestre da táctica em que ele não refira que o Benfica está onde está graças as arbitragens! Chega! Está na altura de o mandar calar e começar a ser honesto.
Dar-lhe-ia algum crédito se ele falasse sempre. Por exemplo, o Vitor Pereira, concorde-se ou não, ao menos tem cumprido o que prometeu e vem falar do bom e do menos bom e dá a sua opinião. O profeta e respectivos capangas só falam quando há motivo de falatório para os lados do Porto. Quando há caso, como ainda este fim-de-semana, estão caladinhos que nem ratos! O vendedor de pneus, o novo solteirão, o profeta e o papagaio ficam todos com o bico preso.
Se o Porto foi beneficiado? Com certeza. E o Sporting? Também. E o Benfica? Claro que foi. E para mim tem sido em doses semelhantes. Focarmos nestes problemas que irão sempre existir (e ainda bem), é perder o foco do que realmente importa.
Falando de futebol, alguém consegue desmentir a diferença de 5 golos marcados entre o Porto e o Benfica no campeonato? Alguém consegue desmentir os menos 9 golos sofridos? Alguém consegue desmentir a nossa invencibilidade? Alguém consegue desmentir a boa campanha na Uefa e a péssima campanha na Champions? Alguém consegue desmentir a goleada categórica no Dragão? Senhor Jesus, isto é o que interessa e queres que as pessoas se esqueçam. Faz lavagem cerebral na Mourolândia, mas em Portugal é necessário não nos esquecermos destes factos, repito, factos categóricos. Sem discussão.
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