
Ontem fez-se alguma luz no meu espírito. Há dias disseram-me (e isso vale o que vale), que o Jorge Costa, de saída do Olhanense, teria já assinado um contrato como adjunto de um treinador estrangeiro para o Porto que aí vem na próxima época. De repente, surge-me no espírito o nome de Laszlo Bölöni. Não faz sentido? Experiente, quer na Europa quer em Portugal, táctico, rigoroso, e muito crente na formação, o que vem ao encontro do Projecto Visão 611, finalmente uma luz ao fundo do túnel na aposta adiadíssima na formação portista. Não nos esqueçamos que foi este senhor que fez do Quaresma jogador de futebol e que o lançou como o maior talento da sua geração, que o é, ainda que a carreira não o mostre desassombradamente.
Todavia, esta informação da SAD sportinguista veio lançar a confusão. Concordo plenamente com a análise do Miguel ao leque de treinadores referido, e creio que, a menos que apareça uma cartada surpresa, e estrangeira, que não o Bölöni (cujo trabalho foi reconhecido, em tempos, por Pinto da Costa), e para além deste, o menino Villas-Boas, o do café do Robson, seu vizinho, deverá, mesmo, ser o treinador portista na próxima temporada. A ver vamos.
Hell no!
ResponderEliminarBoloni foi salvo no Sporting por Mário Jardel, que basicamente carregou (com João Pinto) a equipa às costas. Relativamente à formação, é certo que o romeno não teve medo de apostar em Quaresma, Viana mas no Sporting haverão assim tantas alternativas?
Como Benfiquista apenas posso dizer: "venha ele".
A minha opinião mais detalhada, já ta dei. Assim mais sucintamente, não me parece que seja grande, a diferença entre Boloni e Jesualdo. São ambos treinadores para a semana, não para o domingo.
ResponderEliminarContinuo a achar que seria interessante a ideia de aplicar o modelo "manager"+treinador(es). Mas, por outro lado, somos latinos...
Abraço, e parabéns pelas ideias aqui apresentadas, a ambos os contribuidores.